Esse título daria um bom filme de Bergman.... Distância e Silêncio. Essas duas palavras podem ter uma conotação muito relativa. Podemos querer distância daquilo que nos incomoda, daquilo que nos queima, da nossa própria vergonha, da nossa indecisão, da nossa própria falta de iniciativa. Silêncio dos nossos sentimentos, silêncio da voz que nos acalenta, silêncio da nossa covardia.
E esse silêncio que grita dentro de nós... silêncio barulhento... poderíamos nesse momento desejar que as buzinas dos carros e os gritos das crianças fossem ainda mais altos. Outras vezes é necessário pedir silêncio do lado de fora porque dentro a voz não cala. As perguntas tornam-se cada vez mais insistentes e o coração nos sinaliza a falta.
Distância de emoções que sufocam, distância de tudo o que poderia ter sido e que não foi!
Distância e silêncio talvez sejam esses os antídotos. Mas um dia o grito tem que sair, a labareda torna-se cinza, a vergonha vira desvergonha, a indecisão torna-se decisão e a falta de iniciativa transforma-se em ação.
Um dia o silêncio desaparece e aquilo que parecia distante torna-se tão perto... sempre chega o dia em que encaramos a realidade e pagamos o preço da visão. Podemos fugir em algumas situações, mas lá na frente, encontraremos a repetição dela em outros rostos.
Mais ainda assim, respeitaremos a superioridade da Distância e do Silêncio. O intervalo de tempo entre dois momentos ... o de encarar e o de fugir. O segredo que não queremos falar. Só não podemos distanciar e silenciar os pensamentos gerados por sentimentos ocultos... estes sim, gritam em meio à multidão, mesmo que demonstremos aparente calma e frieza.
segunda-feira, 28 de janeiro de 2008
terça-feira, 22 de janeiro de 2008
REGRESSO - NIETZCHE
Ó solidão! Ó solidão minha Pátria! Tempo demais selvagemente vivi em selvagens terras estranhas para não regressar sem lágrimas.
Ameaça-me, pois, agora, com dedo, como ameaçam as mães, e dize logo: “E quem foi que um dia, como um vendaval, fugiu desabaladamente para longe de mim? – que ao despedir-se exclamou: tempo demais vivi perto da solidão e, assim desaprendi o silêncio! – Foi isto que aprendeste agora?
Ó Zaratustra, eu sei de tudo: e que, no meio de muitos, estava mais abandonado, mais só, do que algum dia estiveste comigo!
Uma coisa é o abandono, outra a solidão – Isto aprendeste agora! E que, no meio dos homens, sempre hás de ser um selvagem e estranho:
-selvagem e estranho ainda quando eles te amem, porque, antes de tudo, eles querem ser poupados!
Mas, aqui, estás na tua casa e no teu lar, aqui, podes dizer tudo livremente e desabafar as tuas razões, nada, aqui, se envergonha de sentimentos ocultos ou obstinados.
Aqui, todas as coisas vêm ofegantes ao encontro da tua palavra, lisonjeando-te: pois, querem cavalgar nas tuas costas. Em cada imaginação, cavalgas, aqui, para todas as verdades.
Sinceramente e de cabeça erguida, podes, aqui, falar a todas as coisas: e, na verdade, soa como um louvor a seus ouvidos, que alguém, com todas as coisas – fale sem rodeios!
Diferente, porém, é o abandono. Ainda te lembras, Zaratustra? No dia em que tua ave gritou acima de ti, quando estavas na floresta, hesitante, sem saber para onde ir, perto de um cadáver – quando proclamaste: Possam guiar-me os meus animais! Encontrei mais perigos entre os homens do que entre os animais – Isto era abandono!
E ainda te lembras, Zaratustra? Quando estavas na tua ilha, fonte de vinho no meio de baldes vazios, dando-te a mancheias aos sedentos? Até que, por fim, foste o único sedento no meio de bêbados e, à noite, lamentavas-te: “ Não é maior ventura receber do que dar? E roubar, ainda maior que receber? Isto era abandono!
E ainda te lembras, Zaratustra? Quando veio a tua hora mais silenciosa e te arrastou para longe de ti mesmo, ao falar-te com malvado murmúrio: Dize a tua palavra e despedaça-te – quando toda a tua espera e o teu silêncio te contristavam, desanimados a tua humilde coragem: Isto era abandono!
Ó solidão! Ó solidão minha pátria! Quão feliz e meiga me fala a tua voz!
Não nos interrogamos um ao outro, não nos queixamos um ao outro, juntos transpomos, abertamente, portas abertas.
Porque, em ti, tudo é aberto e claro; e também as horas correm, aqui, com pés mais leves. Porque, na escuridão, torna-se o tempo mais pesado do que na luz.
Abrem-se, aqui, diante de mim, todas as palavras e o escrínio de palavras do ser: todo ser quer tornar-se, aqui, palavra, todo o devir, quer que eu lhe ensine a falar.
Lá embaixo, porém – todo o discurso é inútil! Esquecer e passar, além é, por lá, a melhor sabedoria: isto- agora aprendi!
Aquele que, entre os homens quisesse aprender tudo, deveria meter a mão em tudo. Mas eu tenho mãos demasiadamente limpas para isso.
Já respirar, não suporto, o ar que eles respiram; ah! Como pude viver tanto tempo em meio ao seu clamor e seu mau hálito!
Ó bem-aventurado silêncio que me envolve! Ó puros eflúvios a meu redor! Oh, como esse silêncio haure ar puro do peito profundo! Oh, como aplica o ouvido, esse bem –aventurado silêncio!
Mas, lá embaixo – tudo fala e nada é ouvido. Pode alguém repicar com sinos a sua sabedoria: os merceeiros na feira lhe cobrirão o som o tinir de moedas!
Tudo, entre eles, fala, ninguém sabe mais compreender. Tudo vai por água abaixo, nada cai em poços profundos.
Tudo, entre eles, fala, nada se realiza a contento. Tudo cacareja, mas quem quer, ainda, ficar quieto no ninho chocando ovos?
Tudo, entre eles, fala, tudo se esfrangalha em palavras. E aquilo que, ainda ontem, era rijo demais para o próprio tempo e seus dentes – pende hoje, sugado e esmigalhado, da boca aos homens de hoje.
Tudo, entre eles, tudo é assoalhado. E aquilo, que um dia, era segredo e reserva de almas profundas, pertence hoje aos chocalheiros e outras espécies de borboletas.
Ó ser humano, estranha criatura! Ó clamor em becos escuros! Deixei-te, agora, novamente para trás – pra trás ficou o meu maior perigo!
Poupar e compadecer os homens – nisso esteve sempre o meu maior perigo, e todo ser quer ser poupado e compadecido.
Com silenciadas verdades, mão de louco e coração enlouquecido, rico em pequenas mentiras de compaixão – assim sempre vivi entre os homens.
Trajando um disfarce, estava eu entre eles, pronto para desconhecer-me a fim de poder suportá-los, e dizendo complacente a mim mesmo: Ó louco, não conheces os homens!
Desaprende-se a conhecer os homens, quando se vive entre os homens: há demasiados pertos, em todos os homens – e que poderiam fazer, por lá, olhos que vêem ao longe, olhos que buscam os longes!
E quando eles me desconheciam – eu, louco, era, a tal respeito, mais indulgente com eles do que comigo, acostumado, que estava a usar, comigo, dureza; e muitas vezes, ainda me vingava em mim mesmo dessa indulgência.
Picado por moscas venenosas e cavado, como pedra, por muitas gotas de maldade – assim sempre estive entre eles; e ainda dizia de mim para mim: “ Inocente a sua pequenez é todo o ser pequeno!”
Como as moscas mais venenosas encontrei, especialmente, aqueles que se chamam “ os bons” . Picam toda a inocência, mentem com toda a inocência; como poderiam – ser justos comigo!
Aquele que vive entre os bons, a compaixão ensina-lhe a mentir. A compaixão torna abafado o ar para todas as almas livres. Porque a estupidez dos bons é incomensurável.
Ocultar-me a mim mesmo e à minha riqueza – isto aprendi lá embaixo: pois ainda achei todos pobres de espírito. E esta era a mentira da compaixão: que, em cada qual eu sabia – que, em cada qual eu via e farejava o que, para ele, era espírito suficiente e o que, para ele, já era espírito demais!
Seus rígidos sábios: eu os chamava de sábios, e não de rígidos – assim aprendi a engolir palavras. Seus coveiros: eu os chamava indagadores e pesquisadores – assim aprendi a trocar palavras.
Cavam os coveiros sua próprias doenças. Debaixo do velho entulho, jaze mefíticas exalações. Não se deve revolver o lodo. Deve viver-se nos montes.
Com felizes narinas, volto a respirar a liberdade alpestre! Redimido, por fim, está meu nariz do cheiro dos seres humanos!
Titilada por brisas agrestes como por espumantes vinhos, espirra a minha alma- espirra e a si mesma deseja : saúde!
Assim falou Zaratustra.
Ameaça-me, pois, agora, com dedo, como ameaçam as mães, e dize logo: “E quem foi que um dia, como um vendaval, fugiu desabaladamente para longe de mim? – que ao despedir-se exclamou: tempo demais vivi perto da solidão e, assim desaprendi o silêncio! – Foi isto que aprendeste agora?
Ó Zaratustra, eu sei de tudo: e que, no meio de muitos, estava mais abandonado, mais só, do que algum dia estiveste comigo!
Uma coisa é o abandono, outra a solidão – Isto aprendeste agora! E que, no meio dos homens, sempre hás de ser um selvagem e estranho:
-selvagem e estranho ainda quando eles te amem, porque, antes de tudo, eles querem ser poupados!
Mas, aqui, estás na tua casa e no teu lar, aqui, podes dizer tudo livremente e desabafar as tuas razões, nada, aqui, se envergonha de sentimentos ocultos ou obstinados.
Aqui, todas as coisas vêm ofegantes ao encontro da tua palavra, lisonjeando-te: pois, querem cavalgar nas tuas costas. Em cada imaginação, cavalgas, aqui, para todas as verdades.
Sinceramente e de cabeça erguida, podes, aqui, falar a todas as coisas: e, na verdade, soa como um louvor a seus ouvidos, que alguém, com todas as coisas – fale sem rodeios!
Diferente, porém, é o abandono. Ainda te lembras, Zaratustra? No dia em que tua ave gritou acima de ti, quando estavas na floresta, hesitante, sem saber para onde ir, perto de um cadáver – quando proclamaste: Possam guiar-me os meus animais! Encontrei mais perigos entre os homens do que entre os animais – Isto era abandono!
E ainda te lembras, Zaratustra? Quando estavas na tua ilha, fonte de vinho no meio de baldes vazios, dando-te a mancheias aos sedentos? Até que, por fim, foste o único sedento no meio de bêbados e, à noite, lamentavas-te: “ Não é maior ventura receber do que dar? E roubar, ainda maior que receber? Isto era abandono!
E ainda te lembras, Zaratustra? Quando veio a tua hora mais silenciosa e te arrastou para longe de ti mesmo, ao falar-te com malvado murmúrio: Dize a tua palavra e despedaça-te – quando toda a tua espera e o teu silêncio te contristavam, desanimados a tua humilde coragem: Isto era abandono!
Ó solidão! Ó solidão minha pátria! Quão feliz e meiga me fala a tua voz!
Não nos interrogamos um ao outro, não nos queixamos um ao outro, juntos transpomos, abertamente, portas abertas.
Porque, em ti, tudo é aberto e claro; e também as horas correm, aqui, com pés mais leves. Porque, na escuridão, torna-se o tempo mais pesado do que na luz.
Abrem-se, aqui, diante de mim, todas as palavras e o escrínio de palavras do ser: todo ser quer tornar-se, aqui, palavra, todo o devir, quer que eu lhe ensine a falar.
Lá embaixo, porém – todo o discurso é inútil! Esquecer e passar, além é, por lá, a melhor sabedoria: isto- agora aprendi!
Aquele que, entre os homens quisesse aprender tudo, deveria meter a mão em tudo. Mas eu tenho mãos demasiadamente limpas para isso.
Já respirar, não suporto, o ar que eles respiram; ah! Como pude viver tanto tempo em meio ao seu clamor e seu mau hálito!
Ó bem-aventurado silêncio que me envolve! Ó puros eflúvios a meu redor! Oh, como esse silêncio haure ar puro do peito profundo! Oh, como aplica o ouvido, esse bem –aventurado silêncio!
Mas, lá embaixo – tudo fala e nada é ouvido. Pode alguém repicar com sinos a sua sabedoria: os merceeiros na feira lhe cobrirão o som o tinir de moedas!
Tudo, entre eles, fala, ninguém sabe mais compreender. Tudo vai por água abaixo, nada cai em poços profundos.
Tudo, entre eles, fala, nada se realiza a contento. Tudo cacareja, mas quem quer, ainda, ficar quieto no ninho chocando ovos?
Tudo, entre eles, fala, tudo se esfrangalha em palavras. E aquilo que, ainda ontem, era rijo demais para o próprio tempo e seus dentes – pende hoje, sugado e esmigalhado, da boca aos homens de hoje.
Tudo, entre eles, tudo é assoalhado. E aquilo, que um dia, era segredo e reserva de almas profundas, pertence hoje aos chocalheiros e outras espécies de borboletas.
Ó ser humano, estranha criatura! Ó clamor em becos escuros! Deixei-te, agora, novamente para trás – pra trás ficou o meu maior perigo!
Poupar e compadecer os homens – nisso esteve sempre o meu maior perigo, e todo ser quer ser poupado e compadecido.
Com silenciadas verdades, mão de louco e coração enlouquecido, rico em pequenas mentiras de compaixão – assim sempre vivi entre os homens.
Trajando um disfarce, estava eu entre eles, pronto para desconhecer-me a fim de poder suportá-los, e dizendo complacente a mim mesmo: Ó louco, não conheces os homens!
Desaprende-se a conhecer os homens, quando se vive entre os homens: há demasiados pertos, em todos os homens – e que poderiam fazer, por lá, olhos que vêem ao longe, olhos que buscam os longes!
E quando eles me desconheciam – eu, louco, era, a tal respeito, mais indulgente com eles do que comigo, acostumado, que estava a usar, comigo, dureza; e muitas vezes, ainda me vingava em mim mesmo dessa indulgência.
Picado por moscas venenosas e cavado, como pedra, por muitas gotas de maldade – assim sempre estive entre eles; e ainda dizia de mim para mim: “ Inocente a sua pequenez é todo o ser pequeno!”
Como as moscas mais venenosas encontrei, especialmente, aqueles que se chamam “ os bons” . Picam toda a inocência, mentem com toda a inocência; como poderiam – ser justos comigo!
Aquele que vive entre os bons, a compaixão ensina-lhe a mentir. A compaixão torna abafado o ar para todas as almas livres. Porque a estupidez dos bons é incomensurável.
Ocultar-me a mim mesmo e à minha riqueza – isto aprendi lá embaixo: pois ainda achei todos pobres de espírito. E esta era a mentira da compaixão: que, em cada qual eu sabia – que, em cada qual eu via e farejava o que, para ele, era espírito suficiente e o que, para ele, já era espírito demais!
Seus rígidos sábios: eu os chamava de sábios, e não de rígidos – assim aprendi a engolir palavras. Seus coveiros: eu os chamava indagadores e pesquisadores – assim aprendi a trocar palavras.
Cavam os coveiros sua próprias doenças. Debaixo do velho entulho, jaze mefíticas exalações. Não se deve revolver o lodo. Deve viver-se nos montes.
Com felizes narinas, volto a respirar a liberdade alpestre! Redimido, por fim, está meu nariz do cheiro dos seres humanos!
Titilada por brisas agrestes como por espumantes vinhos, espirra a minha alma- espirra e a si mesma deseja : saúde!
Assim falou Zaratustra.
terça-feira, 15 de janeiro de 2008
O DOADOR DA VIDA
Palmas para nosso Astro-Rei, o Sol!!!!
O verão é mágico. Nesta época, somos agraciados com dias ensolarados e cheios e alegria. A boa energia solar estimula o amor e os encontros com amigos. Quem não se lembra daquela paixão de verão, daquelas férias inesquecíveis ou até mesmos de projetos que se iniciaram no verão.
Você já percebeu que, ao receber a energia do Sol ficamos mais entusiasmados, mais dispostos à sair e curtir a vida. O Sol nos traz luminosidade, vontade de mostrar quem realmente somos...sentimento de liberdade. Símbolo de luz e poder, ele é o centro do nosso sistema planetário e também do nosso sistema energético.
Na Astrologia, ele é o regente do signo de Leão e modulador do nosso centro cardíaco, onde se situa o quarto chacra ou o Cardíaco. Isto quer dizer, se estamos em bom funcionamento, sentimo-nos preenchidos afetivamente e transmitindo ao mundo uma sensação de satisfação e alegria. Ele representa a energia masculina, Yang, simbolizando a força do nosso Ego e dando-nos a auto-expressão de forma criativa e espontânea.
"O Sol aponta-nos um caminho para a posse de nós mesmos". Esta foi uma das frases mais instigantes que já li em favor do Sol: olhar para dentro de nós mesmos, descobrir verdadeiros desejos e vontades, é o melhor caminho para encontrarmos o amor dentro de nós mesmos. Acredito que esta é a única maneira de levarmos uma vida mais leve. Só temos o poder de escolha quando temos a certeza de quem somos e do queremos. O encontro com a própria identidade é mágico, é a felicidade plena.
Tenho observado as pessoas e chego à conclusão da necessidade de procurar a felicidade do lado de fora, ou seja, no Outro. Isto é falta de comprometimento com a própria identidade. Consequência disso.... desilusão, exigência e insatisfação.. pois o que recebemos do mundo é apenas o reflexo do que somos e de como agimos.
O Sol influencia nossas vidas, enche-nos de estímulos para conquistar a nossa realização pessoal. Como dizia o poeta: "Até mesmo o Sol, um dos maiores espetáculos da natureza, também se levanta!"
Aproveitemos o Sol.....
Palmas para nosso Astro-Rei, o Sol!!!!
O verão é mágico. Nesta época, somos agraciados com dias ensolarados e cheios e alegria. A boa energia solar estimula o amor e os encontros com amigos. Quem não se lembra daquela paixão de verão, daquelas férias inesquecíveis ou até mesmos de projetos que se iniciaram no verão.
Você já percebeu que, ao receber a energia do Sol ficamos mais entusiasmados, mais dispostos à sair e curtir a vida. O Sol nos traz luminosidade, vontade de mostrar quem realmente somos...sentimento de liberdade. Símbolo de luz e poder, ele é o centro do nosso sistema planetário e também do nosso sistema energético.
Na Astrologia, ele é o regente do signo de Leão e modulador do nosso centro cardíaco, onde se situa o quarto chacra ou o Cardíaco. Isto quer dizer, se estamos em bom funcionamento, sentimo-nos preenchidos afetivamente e transmitindo ao mundo uma sensação de satisfação e alegria. Ele representa a energia masculina, Yang, simbolizando a força do nosso Ego e dando-nos a auto-expressão de forma criativa e espontânea.
"O Sol aponta-nos um caminho para a posse de nós mesmos". Esta foi uma das frases mais instigantes que já li em favor do Sol: olhar para dentro de nós mesmos, descobrir verdadeiros desejos e vontades, é o melhor caminho para encontrarmos o amor dentro de nós mesmos. Acredito que esta é a única maneira de levarmos uma vida mais leve. Só temos o poder de escolha quando temos a certeza de quem somos e do queremos. O encontro com a própria identidade é mágico, é a felicidade plena.
Tenho observado as pessoas e chego à conclusão da necessidade de procurar a felicidade do lado de fora, ou seja, no Outro. Isto é falta de comprometimento com a própria identidade. Consequência disso.... desilusão, exigência e insatisfação.. pois o que recebemos do mundo é apenas o reflexo do que somos e de como agimos.
O Sol influencia nossas vidas, enche-nos de estímulos para conquistar a nossa realização pessoal. Como dizia o poeta: "Até mesmo o Sol, um dos maiores espetáculos da natureza, também se levanta!"
Aproveitemos o Sol.....
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